FAM Trip Sita: uma jornada pelo Nepal e Índia, Setembro 2019

September 29, 2019

Quando comecei a organização desse FAM convidei agentes de diversos operadores de viagens, dando preferência àqueles operadores que já trabalham com a Sita! Essa viagem era um verdadeiro presente, exceto os voos, tudo oferecido pela Sita e parceiros de modo gratuito, além de experiências e noites nos melhores hotéis nos dois países, fechando ainda com 3 noites com o belíssimo Vakkaru Maldives (em breve mais detalhes). 

 

Convidei alguns agentes, mas a lista final era composta somente de mulheres. Um fato que fez a viagem ainda mais especial pois, com a Sita, tivemos o cuidado de adaptar o programa e surpreender as nossas convidadas com experiências de imersão, voltadas para viajantes femininas. 

 

 

Fila de baixo da esquerda para direita: Deenam, Sita; Camila, Just Tur; Larissa, Kangaroo Rio; Gabi Maia, Mandala; Gabriela, Venturas. 

Fila de cima da esquerda para direita: Caroline, DUO Network; Júlia, Casablanca; Dinah, Kangaroo & Mary, Queensberry. No hotel Club Himalaya, Nagarkot, Nepal, Setembro de 2019.

 

 

Nepal: cidades imperiais e tradições 

 

É a segunda vez que fui ao Nepal mas, nem por isso, a viagem deixou de ser especial para mim (ainda mais com a companhia dessas agentes de viagens super especiais). Pouca coisa mudou desde o ano passado para cá, algumas restaurações pós-terremoto 2015 avançaram! É bonito ver um país voltar a florescer especialmente depois de tamanha tragédia. Bhaktapur, por exemplo, terceira maior cidade do Vale de Katmandu, e uma das mais antigas do país, tem a previsão de término das obras para o próximo ano. Os trabalhos de voluntários europeus continuam a todo o vapor, contribuindo para reabertura de atrativos, outrora fechados.

 

 No Nepal nos hospedamos por 2 noites em Katmandu e 1 noite em Nagarkot, no Club Himalaya, hotel com vista às montanhas. 

 

Em Katmandu, almoçamos no charmoso e histórico hotel 4* boutique Tibet Internacional, com vista para a principal estupa do país: Boudhanath. Lá, tivemos o prazer de conversar com a proprietária do hotel, uma mulher empreendedora que, com a sua mãe, fundou o hotel e nos contou várias histórias do Tibet, sua terra Natal.

Convidadas do FAM entre Carol da DUO Network, representante da Sita no Brasil, Deenam, do escritório da Sita no Nepal, e a proprietária e colaboradores do hotel Tibet International 

 

 Ficamos surpreendidas ao saber que mulheres em vilarejos isolados nas montanhas do Tibet praticam a poligamia abertamente, se casando com irmãos da mesma família, uma tradição milenar implantada para preservar o patrimônio, diminuindo partilhas e rusgas entre irmãos. Uma curiosidade: todos os filhos de uma mesma mulher chamam de pai o homem mais velho, e os demais maridos, de tio. 

 

Você sabia? 

Que uma mandala é uma estupa vista de cima? E uma estupa, por sua vez, é a morada de um ser iluminado? Quando seres iluminados morrem (monges que abdicaram da riqueza e esbanjam sabedoria), esses não são cremados. São enterrados em posição de flor de lótus e sobre seu corpo se ergue uma estupa. Os 4 olhos pintados no topo das maiores estupas protegem os 4 cantos do local onde ela se encontra. 

 

Outra experiência reveladora foi conversar com uma ex-Kumari. As Kumari são meninas que dos 3 anos até a puberdade vivem em templos. São escolhidas por uma série de atributos físicos e psicológicos, além disso, enfrentam uma série de provas antes da nomeação. Todas são oriundas do povo newar. Cada cidade tem a sua Kumari protetora que "reencarna" uma deusa. Se vestem de vermelho e dourado, usam uma maquiagem proeminente e recebem fiéis todos os dias para bençãos.

Participantes se reúnem com a ex-Kumari, Preeti Shakya, hoje com 22 anos 

 

a podem sair do templo, exceto na época dos festivais. Mesmo assim, ao sair não tocam o chão, considerado impuro. Quando chegam a puberdade, voltam para o seio familiar, e a deusa que nela habitava migra para o corpo de outra menina, que rapidamente ocupa seu lugar em um ciclo sem fim. Fizemos diversas perguntas a Preeti Shakya, ex-Kumari de Katmandu, hoje com 22 anos de idade e conhecemos algumas de suas aspirações. Descobrimos que seu sonho é ser empreendedora! Hoje ela estuda Economia e embora não seja mais a deusa vivente, o respeito que sua presença causa é evidente. A Deenam, responsável pelo escritório da Sita no Nepal, não conseguiu disfarçar a sua admiração em estar tão perto da ex-deusa viva! 

 

Preeti Shakya quando Kumari e hoje em dia 

 

Outra surpresa que deixou as convidadas comovidas foi a recepção calorosa feita pelos colaboradores da Sita no escritório da empresa! A Sita possui o maior escritório entre os DMCs do país. Fomos recepcionadas por músicas típicas, docinhos e drinks.

 

Recepção ao FAM Trip no escritório da Sita no Nepal

 

Você sabia?

Que no Nepal a maioria das pessoas não se classifica nem como hinduísta nem como budista? No país a religião que prevalece é uma mistura dos dogmas, ensinamentos e tradições de ambas. 

 

Também sobrevoamos o Everest! Na época das monções (Abril-Outubro), chegar tão perto da montanha mais alta do mundo é um sonho bastante difícil de se concretizar. Porém, tivemos sorte e vimos o Everest e a cordilheira do Himalaia, um espetáculo emocionante de rara beleza.

Everest captado durante o voo 

 

Você sabia?

São duas as principais companhias aéreas que fazem o sobrevoo? Porém, a Sita prefere trabalhar com a Buddha Air - devido a melhor qualidade de atendimento a bordo. 

 

Também visitamos uma loja e fábrica de healing ou singing bowls - usados como terapia curativa e super tradicionais na Ásia, pois, estão relacionados à ioga e meditação. Nesse lugar, conhecido por produzir artesanalmente os healing bowls (instrumentos musicais do Nepal), fomos surpreendidas por uma verdadeira aula sobre as propriedades curativas desses utensílios. 

 

Katmandu é cheia de ruído agitação e caos, como toda capital asiática! A disputa por espaço e o buzinar das motos é constante. Cabos pendurados nos postes, um emaranhado sem fim de gente, cheiro, sabores, tradições e sensações. Porém, após 2 noites de intenso buliço e imersão cultural, viajar cerca de 1 hora e meia às montanhas, entre campos de arroz foi um bálsamo para o corpo e a alma....

Em Patan uma das 3 cidades imperiais do vale de Katmandu 

 

No Club Himalaya, em Nagarkot, tivemos uma aula particular e divertida de como cozinhar os "momos", trouxinhas feitas de massa super fina, cozidas no vapor e recheadas de carne (frango ou cordeiro), queijo e condimentos diversos, ou ainda com vegetais. 

Foto: participantes apreendendo e participando da aula de como preparar os momos, prato mais típico do Nepal. 

 

A viagem ao Nepal abriu as portas para uma imersão cultural ainda mais forte na autêntica Índia.

 

Você sabia?

Que o Budda nasceu no Nepal? Seu nome de batismo era Sidarta Gautama, um príncipe que abdicou de riqueza e todas as formas de apego material e emocional e pregou sua "religião" filosófica, mais tarde batizada de budismo. Há mais de 2500 anos Buda nasceu no que hoje se conhece como Lumbini, região a oeste do vale de Katmandu.

 

Hotéis no Nepal durante o FAM: 

 

Hospedagem:

 

Hyatt Katmandu:  hotel 4* superior com uma excelente localização "walking distance" para a maior estupa do país e do centro (inclusive de alguns quartos se avista a estupa).

Club Himalaya: hotel 4* superior. Hospedar-se por no mínimo 2 noites permite ao cliente usufruir da estrutura do hotel, acordar com um lindo pôr do sol e também praticar caminhadas com vista para cordilheira.

 

Refeições e visitas: 

 

Tibet Internacional: hotel pequeno e boutique no centro da cidade (heritage). 

Dwarikas: hotel de alto padrão, heritage, localizado em uma zona mais nobres de Katmandu. Em seu interior tem um restaurante considerado um dos melhores em culinária nepalesa do país. 

 

Quer receber o roteiros completo desse FAM entre em contato: caroline@duonetwork.com.br 

Quer saber mais sobre a Sita (DMC Índia, Butão,Nepal e Sri Lanka)?: entre em contato! 

 

Índia: colorida, vibrante e intensa 

 

Durante o FAM Trip percorremos o triângulo dourado: Deli, Agra e Jaipur. 

 

Na chegada em Deli visitamos o Literacy India - uma ONG liderada por uma mulher pilota de avião da força aérea indiana. Essa ONG tem como foco emponderar mulheres, crianças e adolescentes por meio de trabalhos, ensinando ofício, inglês, tecnologia, trabalhos artesanais etc. Seus produtos podem ser comprados inclusive na Amazon. São mais de 22 centros espalhados por toda a Índia. Essa ONG começou com a ajuda da Sita. Todo o material entregue ao cliente Sita na Índia, como pastas, porta-vouchers, bolsas, moli (pulseira usada em um ritual na chegada) é feito por essas mulheres, que trabalham como uma espécie de cooperativa. Grande parte do material utilizado é fruto de reciclagem.  

 

Convidadas do FAM entre as mulheres que trabalham na ONG Literacy India

 

Você sabia?

Que no Oscar de 2019, um documentário indiano sobre menstruação (Absorvendo o Tabu) foi premiado pela academia? Saiba mais sobre o tabu desse tema em vilarejos da Índia. 

 

Em Deli, a acomodação ficou por conta do luxuoso e icônico hotel The Imperial. Em 1947, esse hotel foi palco da assinatura do Tratado de Independência da Índia e da criação do estado do Paquistão (maioria islâmica, para acabar com as guerras civis que eclodiram no país no pré e pós independência). Um hotel histórico, no qual Gandhi, reunia-se com líderes políticos para discutir a independência da Índia. 

 

Uma experiência marcante foi a visita ao Templo Sikh, Gurudwara Bangla Sahib, em Deli. As convidadas ficaram comovidas com a religião Sikh, originária do hinduísmo, que permite a todos entrarem no seu templo e receberem comida grátis independente de credo, cor, gênero ou religião. São mais de 100 milhões de pessoas alimentadas todo o ano com comida vegetariana. Todo o trabalho na preparação dos alimentos é feito por voluntários.

 Dinah da Kangaroo e Priya da Sita fazendo os chapatis (pão) no templo 

 

Você sabia? 

Que a religião Sikh, os pelos são um dos pilares de sua fé? Para os praticantes mais ortodoxos, cortar os pelos do corpo é uma ofensa. Por isso, os homens usam turbantes.

 

Em Agra, nos hospedamos no luxuoso Oberoi Amarvilas. O único hotel que permite visualizar da janela de todas as suítes, o monumento mais visitado de toda a Índia, o Taj Mahal. No dia seguinte, do próprio hotel, saímos bem cedo em carrinhos de golf e adentramos o Mausoléu Taj Mahal e conhecemos todas as histórias e lendas dessa construção erguida para homenagear a esposa mais amada do Shah Jahan, falecida ao dar a luz ao seu 14º filho. 

Era uma manhã nublada o Taj ficou assim: camuflado no horizonte, um sonho...  

 

Saindo de Agra para Jaipur, a "cidade rosa", se vê a vida passando no colorido dos saris, das janelas do micro-ônibus de alto luxo. O ar condicionado e todo o conforto contrastam com o calor escaldante e úmido da dura realidade dos vilarejos indianos. Durante a viagem, é inevitável não refletir sobre a vida, e as diferentes formas de ver o mundo desde o olhar ocidental tão materialista versus o oriental, especialmente o indiano, e suas crenças, de vida, castas e morte... 

 

Na chegada em Jaipur, surpreendemos o grupo concedendo um upgrade de acomodação do Taj Jai Mahal Palace para o Rambagh Palace, também administrado pela cadeia Taj, porém um palácio verdadeiro, convertido em hotel, no qual a moradora mais ilustre foi uma mulher. Fomos recepcionadas por chuvas de pétalas, danças, flautistas e músicos, além do Diretor Geral, desse que é um dos hotéis mais icônicos e impressionantes do país. Seus quartos e suítes com imensos pés direitos, são mobiliados luxuosamente e têm vista para os jardins internos habitados por pavões reais. A sensação foi de termos sido convidadas pelo próprio rei e que o encontraríamos em um dos pátios ricamente ornamentados e seus salões a qualquer momento, ou ainda, nos sentaríamos com Gayatri Devi, a moradora mais ilustre do Rambagh, para tomar "chai" e ler um livro....

 Nosso guia na Índia à esquerda e nós com os diretores do Rambagh Palace 

 

O edifício do Rambagh é do século XIX, e em 1925 tornou-se residência oficial do último Marajá de Jaipur. A terceira esposa desse Marajá, Gayatri Devi (1919-2009) mais conhecida como Raj Mata (rainha mãe), foi a moradora mais célebre da residência. Largou as caçadas ainda jovem e tornou-se uma ativista ambiental. Em seu ciclo de amigas ilustres, figurou a primeira-dama Jaqueline Kennedy! Mas nem só de luxo foi marcada a vida de Gayatri. Ela foi presa nos anos 1970 por fazer oposição a Indira Gandhi e passou meses em uma cela comum. 

Gayatri Devi moradora mais ilustre do Rambagh 

 

Como figura pública proeminente e parlamentar, foi ferrenha defensora dos direitos das mulheres e tomou várias iniciativas de educação de meninas. Ela ocupava a suíte Maharani em Rambagh e suas fotos estão por todos os lados do palácio. Nos anos 40, inclusive, foi eleita uma das mulheres mais belas do mundo pela revista Vogue.

 

Passamos duas noites nesse "sonho verdadeiro". Na primeira noite no palácio vivemos uma experiência memorável de Maharanis! Vestindo saris, presente carinhoso da Sita, participamos de um suntuoso jantar no palácio preparado por um dos chefs mais premiados de toda a Índia, depois de participar de uma cerimônia de luzes e agradecimento, "aarti" com o staff do hotel, todas vestindo saris.

Nós no Rambagh durante a cerimônia Aarti

 

Você sabia? 

Que Mahatma Gandhi e seu partido não é e nem nunca foi unanimidade na Índia? Gandhi pregava que todas os membros de diferentes religiões deveriam compartilhar o poder, porém, hoje na Índia o governo quer reviver o poderio hindu querendo, por exemplo, alterar o fato dos muçulmanos poderem ser casar com várias mulheres.

 

No dia seguinte, além do city tour, fizemos um tour guiado com uma especialista em tecidos, compras e cultura pelas vielas estreitas da cidade antiga. Também participamos de uma cerimônia em um templo hinduísta e passeamos em rickshaw conduzidos por mulheres da empresa Pink Rickshaw. A maioria das mulheres que trabalha nessa empresa eram donas de casas em situação de dependência econômica, logo, o trabalho as emponderou. Veja o depoimento dessas mulheres aqui.

Com a empresa de Pink City Rickshaw Co em Jaipur 

 

Na última noite na cidade, fomos ao Suján Rajmahal Palace, um belíssimo hotel boutique Relais Chateaux, uma casa de convidados ilustres do rei. Aqui hospedou-se a Rainha Elizabeth.

Foi reservada para o grupo uma sala privada no restaurante "51 Shades of Pink". Para quem busca exclusividade, alto luxo, e discrição, o Suján é a escolha certa. 

 

 Noite de despedida de Jaipur no restaurante do Suján Palace 

Hotéis no Índia durante o FAM: 

 

Hospedagem:

 

The Imperial, Deli: hotel 5* um dos melhores da cidade (localizado no bairro das embaixadas). Um hotel museu, em estilo clássico, colonial. Tem um andar dedicado às mulheres com amenities especiais e outros detalhes, como câmera na porta para que, desde dentro do quarto, autorizar ou não a entrada de quem chama a porta. Aqui tivemos upgrade concedido devido a importância das nossas convidadas e da Sita, ficamos na Suite com sala ampla. 

Oberoi Amarvilas, Agra: hotel 5* com o requinte e perfeição de atendimento e atenção aos detalhes da cadeia Oberoi. Há poucos passos de distância do Taj Mahal.

Rambagh Palace, Jaipur: hotel 5* palácio administrado pela cadeia Taj, um dos melhores e mais suntuosos hotéis palácios de toda a Índia. 

 

Refeições e visitas: 

 

Deli:

 

Leela Gurgaon: um dos melhores hotéis para quem vem de Jaipur e deseja sair de Deli no dia seguinte (distância do aeroporto de aproximadamente 10 minutos). Com um buffet de café da manhã impressionante, o maior de toda a Índia (são diversas opções e diferentes tipo de cozinha). Também abre no jantar e almoço.

Oberoi Delhi: hotel de luxo (localizado no bairro das embaixadas), com toque moderno (controle por ipad no toque dos dedos) e climatização dos quartos. Hotel ficou fechado por 7 meses e reabriu em 2018. Praticamente tudo alterou, exceto o restaurante devido ao apego dos seus hóspedes. O buffet de almoço desse hotel é considerado um dos mais refinados de Delhi (super aprovado pelo grupo!). 

Leela Palace: uma das melhores opções de hospedagem em Delhi, também no bairro das embaixadas. O Leela conserva aquela áurea de palácio, seu charme e grandiosidade sem perder o estilo e conforto do nosso século. Um dos restaurantes é japonês trazendo peixes e ingredientes do próprio Japão. 

The Lodhi: um dos melhores jantares que tivemos durante toda a nossa viagem! O hotel é moderno com toques indianos. Muitas suítes tem inclusive piscina privativa. 

Alila Fort: é o único hotel em um forte em toda a Índia. Tive a honra de me hospedar nessa propriedade impressionante, com vista às montanhas e um vilarejo do Rajastão. Ao grupo foi oferecido um delicioso almoço.

 

Agra: 

 

ITC Mughal: considerada a segunda melhor opção na cidade de Agra. Em alguns pontos do hotel (piscina) é possível se ver o Taj. Alguns quartos têm piscina privativa. Se orgulha de ter o melhor spa da Índia (em algumas publicações). Um dos restaurantes do hotel é especializado em culinária típica dos beduínos.

 

Jaipur:

 

Refeições e visitas: 

 

Samode Palace: um bonito hotel patrimônio com cara de palácio real em moldes mais contidos. Recentemente passou por uma  reforma - uma excelente opção para quem prefere ficar no centro de Jaipur e busca opções uma pouco mais acessíveis sem perder a áurea de Marajá. Aqui tivemos, sem dúvida, uma das melhores refeições da viagem, um almoço super  saboroso.

 

Suján Rajmahal: hotel boutique surpreendente. Depois da grandiosidade do Rambagh, pensamos que nada mais nos encantaria, mas estávamos enganadas. O hotel tem cara de casa de convidados super especiais. Se para o indiano o convidado é um Deus, o Suján vem para selar com chave de ouro esse mandamento. São 3 restaurantes (salas que podem ser privativas), mas o cardápio é o mesmo em todos os lugares, até porque o hotel tem pouquíssimas acomodações, uma diferente da outra em decoração e estilo.