Guia Michelin: entre polêmicas, máxima referência e adaptação aos novos tempos

July 3, 2017

Desde 1900, o Guia Michelin ranqueia restaurantes e os coloca no mapa gastronômico dos amantes da alta gastronomia. Como sabemos, o Michelin é um dos maiores fabricantes de pneus do mundo e a ideia inicial era, com o guia, impulsionar o turismo rodoviário, aumentando, consequentemente, a venda de pneus.

 

Dentre as diversas classificações, o livro vermelho, é a mais tradicional  e cobiçada e muitas cidades do mundo, inclusive, possuem seu guia exclusivo. Em 2015, os críticos Michelin desembarcaram no Brasil. Hoje, 13 restaurantes nacionais constam no guia. O paulistano D.O.M., de Alex Atala é  o único que tem 2 estrelas.

 

No livro vermelho hotéis também são mapeados. A honraria máxima, as 3 estrelas, é concedida somente àqueles estabelecimentos mais refinados, nos quais se encontra um padrão de qualidade próximo a perfeição.

 

Mas, nem tudo é glamour na história Michelin. Em 2003 o famoso e renomado chefe francês, Bernard Louiseau se suicidou ao saber que seu prestigiado La Côte D´Or perderia a classificação máxima. Bernard era o mais famoso chef francês, um dos fundadores da nouvelle cousine. Após a tragédia, o guia veio a imprensa defender-se, dizendo que o chef havia se baseado em boatos. Contudo, anos mais tarde, descobriu-se documentos ocultos reveladores da intenção real dos críticos em tirar uma estrela do bistrô. 

 

Hoje, o Bernad Louiseau, Relais Chateaux Hotel e Bistrô, continua em pleno funcionamento e é um dos mais concorridos pontos gastronômicos no interior da França, parada obrigatória para os amantes da refinada gastronomia. Localizado no coração da Borgonha apreciar sua gastronomia é uma viagem sensorial, perfeitamente harmonizada com os vinhos de excelência da região.

 

Indo de encontro à tendência do turismo mundial, o guia adaptou-se. Hoje, seus avaliadores valorizam a experiência, e o sabor acima de tudo. Recentemente, uma banca em um mercado de Singapura recebeu uma estrela da publicação francesa. Seu prato premiado foi um noodles com frango deliciosamente temperado. Uma iguaria de 1,30 euro. Para estabelecimentos simples, a condecoração máxima é de uma estrela. Isso prova a adaptação da classificação aos novos tempos, dando mérito ao genuíno, simples e saboroso.

 

Constar no guia Michelin faz com que um estabelecimento aumente em até 40% sua demanda. Por isso, vale a pena reservá-los, para não se decepcionar. Consulte seu consultor de viagem e obtenha dicas exclusivas e auxílio no processo de reserva, não só dos hotéis, serviços e passagens aéreas, mas também, de restaurantes únicos que valem uma viagem.

 

 

 

 

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