5 razões culturais para viajar ao Nepal


o religioso nepalês fazendo uma saudação religiosa com uma mão (número 5)


Quase 70% da totalidade de turistas que desembarcam no Nepal vão em busca de atividades de contato com a natureza e trekkings nas cordilheiras dos Himalaias... alguns, inclusive, audaciosos, tem um objetivo claro: subir o Evereste, o pico mais alto do mundo. O desafio, no nosso trabalho, é conseguir chamar a atenção desses viajantes para a parte cultural e milenar do Nepal, ou seja, evidenciar o patrimônio histórico desse país, diante de outros gigantes asiáticos que tem o seu marketing institucional há décadas voltado para o turismo cultural.



Por isso, no artigo do mês de maio, vamos elencar 5 razões culturais para colocar o Nepal na sua lista de desejos de viagens com a promoção da SITA!



mulher andando pelas ruas do Nepal com objetos pendurados em tendas

1. O desafio da sobrevivência de tradições milenares entre gigantes: fazendo fronteira ao norte com a imensa China, e ao Sul com a superpopulosa Índia, manter as tradições não é tarefa fácil para o povo nepalês. A pressão dos produtos baratos chineses que chegam aos milhares, colocam em risco a produção artesanal local e ancestral de madeira negra talhada, pedras esculpidas e peças em cerâmica. Ao viajar para o Nepal não pechinche: afinal, desconto de 1 dólar para o turista, vindo de tão longe, não é nada, mas para uma família que conseguiu atrair a atenção entre tantos vendedores e fatores externos, pode significar ter ou não comida na mesa.


homens nepaleses sentados e olhando para a câmera

2. Terra da confluência entre budismo e hinduísmo: um nepalês dificilmente vai saber dizer se é budista ou hinduísta, pois, nessa terra tão pequena, da qual grande parte da sua população concentra-se no Vale de Kathmandu, há templos budistas e hindus convivendo pacificamente, além de muitos monges tibetanos que se exilaram na Índia e no Nepal, principalmente, desde a ocupação chinesa no Tibete, em 1947. Desse casamento entre budismo e hinduísmo nasceu um povo pacífico e carismático, capaz de valorizar as pequenas coisas da vida nesse mundo de karmas, deuses e deusas poderosas e reencarnações tomadas por esperança.



famosa estátua de Buda no Nepal

3. Terra natal do Buda de ensinamentos e paz: estima-se que o Sidarta Gautama, o Buda, nasceu cerca de 2.500 atrás. Tal como Jesus Cristo, sua concepção está relacionada a fatores mágicos e sobrenaturais e sua existência comprovada por relatos de testemunhas, alguns transmitidos de forma oral. Versa sobre seu nascimento uma bonita história na qual um sacerdote hindu teria feito um ritual que permitiu que a rainha finalmente engravidasse do seu primeiro e único filho. Na noite da concepção, a rainha sonhou que um elefante entrou em seu ventre. Ao dar à luz, em um jardim, Buda deu imediatamente pequenos passos por onde saíram flor de lótus. Ali, a rainha teve a certeza que seu filho era especial, um ser iluminado. O Buda, nasceu e morreu hindu a religião budista somente foi criada muitos anos depois por seus seguidores. Seus ensinamentos de bondade, paciência, aceitação e perdão influenciaram religiões no mundo inteiro. Em alguns templos e museus do Nepal há, inclusive, estátuas centenárias representativas do Buda.


ruas de Kathmandu com transeuntes

4. Um país em reconstrução física e espiritual: muitas tragédias marcaram o país em anos recentes. A monarquia acabou de forma trágica quando no início dos anos 2000 um príncipe assassinou toda a família real e depois tirou a própria vida. Antes, ficou em coma 2 dias e foi proclamado rei. A monarquia continuou fragilizada por mais alguns anos, com a coroação de um tio distante, porém naufragou em pouco tempo. Esse fim trágico da monarquia, deixou marcas profundas no país onde a democracia patina. Outra tragédia marcou o país em 2015. Em abril daquele ano, o país tremeu no mais intenso terremoto de todos os tempos que atingiu em cheio o país, destruindo boa parte dos seus templos e palácios e ceifando quase 9 mil vidas, deixando muitos desabrigados até hoje. Porém, é comovente ver como grande parte dos monumentos já estão de pé ou foram restaurados embora, claro, muitos nunca mais serão reerguidos devido à destruição total e falta de recursos. Viajar é, portanto, também uma forma de ajudar nessa reconstrução.


uma Kumari olhando para a câmera

5. As deusas viventes do Nepal. O país guarda uma tradição milenar que chegou no século XXI com força. Praticamente todas as cidades do Nepal tem uma deusa vivente chamadas de Kumaris. As mais importantes são as deusas das cidades imperiais dos vales de Kathmandu, Patan e Bhaktapur. Elas assumem esse posto até a puberdade, abençoando as comunidades. Pertencem a etnia Skakia e são escolhidas após uma série de provas e por terem atributos físicos e mentais perfeitos para incorporar a poderosa Deusa Taleju. Cada cidade, tem uma deusa menina, que é venerada e distribui bênçãos aos fiéis. Elas abandonam a casa dos pais e vão morar no templo com sacerdotes ainda muito pequenas (com 3 ou 4 anos de idade), somente saindo dos templos para atender a festivais religiosos, sempre em uma carruagem, pois seus pés não podem tocar o chão impuro. Em Kathmandu, em 3 horários específicos, é possível avistar a Kumari da capital que sai pela janela do palácio-templo por poucos segundos...




DICAS DUO Network & SITA para uma viagem inesquecível ao Nepal:

  • Reserve pelo menos 10 dias para conhecer o país que é pequeno, mas demanda tempo no deslocamento devido a infraestrutura ainda precária em diversos pontos e terreno acidentado, além de florestas e montanhas. Hospede-se 3 noites na capital e conheça as 3 cidades imperiais do vale;

  • Viaje entre novembro e março (temperaturas mais amenas e menos chuva);

  • Relaxe em um hotel com vista para as cordilheiras. Durma 2 noites no Parque Nacional de Chitwan e mais 2 na cidade de Pokhara e viva o ecoturismo e esportes de aventura complementando a áurea cultural do país;

  • Reserve um tempo para almoçar com monges no Mosteiro de Namobuddha próximo ao vilarejo de Panauti. Em termos de hospedagem, recomendamos os charmosos e icônicos hotéis Dwarikas – a propriedade de Kathmandu mantém a atmosfera das praças e palácios do vale para dentro da arquitetura do seu hotel patrimônio.

Entre em contato com a gente para saber mais sobre os roteiros da SITA no Nepal, inclusive um VOUCHER-VIAGEM: compre agora e viaje até 2023


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